O passado no presente.

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Ainda quero viver intensamente cada dia de minha vida como se fosse aquela menina de sete anos que brincava de barbie em um parque cercada de amigas. Aquela garota que tinha nojo de meninos só por serem… Meninos.

Que chegava em casa com joelhos e mãos raladas por cair do balanço, mas ao invés de chorar, contava a mamãe o quanto foi doloroso porém não havia derramado sequer uma lágrima e logo em seguida ser curada pelo “santo” mertiolate.

Que corria até a praia e sentia o vento contra o rosto, usava a areia para fazer castelos e entre outras coisas que nunca davam certo mesmo.

Quero contar a todos como é bom relembrar o passado e não ser tão doloroso. Você já foi assim, ingênua e sem saber o que a vida guardava os anos seguintes. Não se culpe por lá atrás ter desejado crescer o mais rápido possível como um apelo desesperado. Você realmente ia crescer da mesma forma de que não houvesse pedido.

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